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Operação da PM prende suspeito apontado como líder criminoso em zona rural de Rubim

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Uma operação conjunta da Polícia Militar realizada nesta quinta-feira (14) resultou na prisão de três pessoas na região do Vento Frio, zona rural de Rubim, no Vale do Jequitinhonha.

Segundo a PM, a ação contou com equipes do Tático Móvel, Serviço de Inteligência e guarnições de Rubim e Jacinto, com foco no combate ao tráfico de drogas e no cumprimento de um mandado de prisão expedido pela Justiça contra um indivíduo considerado de alta periculosidade.

De acordo com a corporação, o suspeito seria apontado como liderança de organização criminosa atuante na região. Durante as diligências, os militares localizaram o alvo e efetuaram a prisão.

No imóvel onde ocorreu a operação, foram apreendidos:

  • 01 revólver calibre .38
  • 06 munições calibre .38
  • 01 barra de maconha
  • 10 pedras de crack
  • 01 porção de cocaína
  • 04 aparelhos celulares

Além dos materiais ilícitos, um veículo utilizado nas atividades investigadas também foi apreendido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.

Ao todo, três pessoas foram presas e conduzidas à autoridade policial, permanecendo à disposição da Justiça.

A operação contou com a participação do Comando Tático, Pelotão de Jacinto, guarnição de Rubim e equipe de Inteligência da Polícia Militar.

Justiça anula condenação de jovens acusados em caso que chocou o Vale do Jequitinhonha

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 Um dos casos criminais mais impactantes do Vale do Jequitinhonha ganhou um novo e surpreendente desdobramento. O 1° Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça de Minas Gerais anulou a condenação de dois jovens que haviam sido sentenciados a 24 anos de prisão pelo latrocínio de uma idosa de 95 anos no povoado do Caju.

A reviravolta aconteceu após uma revisão criminal conduzida pelos advogados Renato Araújo e Eduardo Araújo, conhecidos pela atuação em casos de grande repercussão na região. Segundo a defesa, novas provas e análises detalhadas do processo apontaram falhas graves na investigação e no julgamento.

De acordo com as informações apresentadas na revisão criminal, os dois jovens teriam sido presos injustamente. Um dos verdadeiros autores do crime chegou a confessar o assassinato e atualmente está preso, enquanto o outro suspeito segue foragido.

O caso havia causado forte comoção pela brutalidade do crime e repercutiu em todo o estado de Minas Gerais. Agora, a decisão judicial transforma o episódio em um dos maiores exemplos de possível erro judiciário já registrados no Vale do Jequitinhonha.

Colaboração: Micharles Itaobim Notícias e Ângela Almeida.

Disputa judicial coloca mineração de lítio no Vale do Jequitinhonha sob debate

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 A atuação da Sigma Lithium voltou ao centro de uma disputa judicial em Minas Gerais. O caso envolve uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público de Minas Gerais, que investiga denúncias de impactos ambientais e sociais relacionados às operações da empresa nas cidades de Araçuaí e Itinga.

Segundo a ação, moradores de comunidades rurais relatam problemas causados pela mineração de lítio, como excesso de poeira, ruídos frequentes, vibrações provocadas por explosões e dificuldades de mobilidade em áreas próximas ao empreendimento Grota do Cirilo, considerado um dos maiores projetos de extração de lítio do país.

A audiência pública integra o processo que busca ouvir diretamente as comunidades atingidas. De acordo com o Ministério Público, a iniciativa pretende apurar possíveis violações de direitos humanos, impactos ambientais e danos à qualidade de vida das famílias que vivem próximas às áreas de mineração.

A Sigma Lithium afirma que atua dentro das normas ambientais e sustenta que utiliza práticas consideradas sustentáveis no processo de extração mineral. A empresa também destaca que o projeto representa geração de empregos, investimentos econômicos e desenvolvimento regional para o Vale do Jequitinhonha.

Por outro lado, movimentos sociais, pesquisadores e lideranças comunitárias questionam os impactos da atividade mineradora na região. Entre as principais preocupações apontadas estão o abastecimento de água, o aumento da poeira, a especulação imobiliária e mudanças na dinâmica social das comunidades tradicionais do Vale.

O caso ganhou repercussão nacional por envolver o chamado “Vale do Lítio”, projeto defendido pelo Governo de Minas como estratégico para a economia mineral e para o mercado internacional de baterias e energia limpa.

Enquanto a disputa judicial avança, moradores e autoridades acompanham os desdobramentos do processo, que pode influenciar diretamente o futuro da mineração de lítio no Vale do Jequitinhonha.

Prefeitura de Jordânia cumpre decisão judicial e altera quadro temporário da Educação

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 A Prefeitura de Jordânia publicou uma portaria determinando mudanças no quadro temporário da Secretaria Municipal de Educação para cumprimento de decisão judicial relacionada ao processo seletivo da rede municipal de ensino.

Conforme o documento, a administração municipal autorizou a contratação de uma professora para atuação na Educação Básica, além de rescindir um contrato temporário anteriormente vigente para adequação da vaga disponível.

A portaria destaca que a rescisão ocorreu por necessidade administrativa e não possui caráter disciplinar ou punitivo. O município também determinou que os setores responsáveis realizem os procedimentos necessários para atualização dos registros funcionais e pagamentos correspondentes.

O ato foi assinado pelo prefeito municipal e pela secretária de Educação, entrando em vigor na data de sua publicação.

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